Não pensava vir a escrever isto quando "dei vida" a este blog há um ano atrás, porém a surpresa é parte integrante do sal que dá sabor ao nosso percurso neste mundo.
Feliz ideia a minha.
Hoje o "Apenas mais Um" mostra-me como mudei, como cresci, como ganhei, como perdi também. Agradeço a todos quantos o visitam, se identificam com ele, a quem o embeleza com os seus comentários e textos e ao mundo que me inspira para fluir por estes lados.
A todos vós, um sentido abraço.
E que melhor prenda poderia ele receber do que o prazer de ostentar a música vencedora do "Concurso Novos Criadores'05" produzida pelo nosso amigo e conterrâneo Ivo Brandão. Parabéns Ivo!
Deixo-nos então ao som de "Banda Sonora para o Filme de uma Cidade".
Sunday, December 25, 2005
Sunday, December 18, 2005
Feliz Natal
Enquanto carcaças consumistas invadem shoppings gastando o que têm e o que não têm para impressionar o primo do sobrinho da avó que só se vê uma vez por ano, existe miséria que mata quem apenas queria um simples refeição por dia. Talvez porque não sabem que nos empanturramos o dia todo com o que de mais calórico existe, talvez porque não sabem a quantidade de vezes que varremos o nosso prato para o caixote do lixo com um sorriso nos lábios, talvez porque não sabem que existe quem ponha mesas grandes e fartas apenas para se refastelar a olhar e fazer inveja ao vizinho do lado.
Thursday, December 01, 2005
Barquinho de papel
Barquinho de papel,
ainda aqui estás ancorado
Parte, procura, disfruta
este porto só te leva ao fundo
Teu casco já não é forte,
os marinheiros estão cansados
o mar bravio já não é a fonte
passou de porto seguro
a garganta esfomeada.
Não tens medo?
Não me abandonas?
Tens a coragem do homem do mar
traçaste por aqui a tua rota
as tuas velas rasgadas
ainda inspiram os ventos
e galgam as ondas
e tu ainda me queres levar contigo.
Até onde? Logo saberemos...
ainda aqui estás ancorado
Parte, procura, disfruta
este porto só te leva ao fundo
Teu casco já não é forte,
os marinheiros estão cansados
o mar bravio já não é a fonte
passou de porto seguro
a garganta esfomeada.
Não tens medo?
Não me abandonas?
Tens a coragem do homem do mar
traçaste por aqui a tua rota
as tuas velas rasgadas
ainda inspiram os ventos
e galgam as ondas
e tu ainda me queres levar contigo.
Até onde? Logo saberemos...
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